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Demolição sustentável

Processo de demolição sustentável

Quando a vida útil de um edifício chega ao fim é natural que ocorra sua demolição, entretanto, pensando na quantidade de material que seria descartada, no volume de matéria-prima que seria perdido, e na história que seria esquecida, a N.S.A. Incorporações optou pela demolição sustentável da residência existente no terreno do Vita Nature.

Demolir de forma sustentável significa que vamos desconstruir o edifício, ou seja, retirar todos os materiais que possam ser reaproveitados e dar um destino nobre a eles.

Mas qual a importância disso? Segundo o Conselho Brasileiro de Construções Sustentáveis, a construção civil no Brasil é responsável pela produção de 80 milhões de toneladas de resíduos sólidos por ano. Esse entulho é uma verdadeira jazida de matéria prima jogada fora, e muitas vezes ainda descartado de forma incorreta, poluindo nossos solos e águas.

A Construção Sustentável busca produzir ZERO resíduos sólidos através da reutilização e da reciclagem, e a possibilidade de transformação dos materiais é imensa quando se tem criatividade e iniciativa. Veja abaixo alguns exemplos que es estamos aplicando no Ecoresidencial Vita Nature:

  • O tijolos, retirados um a um, comporão a fachada do Ecoresidencial, trazendo para o empreendimento um pouco da concepção e história do local;
  • As telhas serão reutilizadas como cumeeiras nos muros de divisa das residências do Vita Nature;
  • As janelas e portas foram doadas para construções que estão sendo realizadas próximas ao local, assim como os armários de madeira maciça de todos os quartos, o assoalho de madeira da sala, batentes e soleiras das portas;
  • As pedras retiradas da parede da garagem foram destinadas para concepção de um lago, outro serviço oferecido pela N.S.A.;
  • Os carpetes dos quartos está sendo utilizado na obra para proteção dos materiais e auxílio no transporte de cargas;
  • Os ventiladores de teto serão destinados ao escritório no decorrer da obra, e no final dela serão doados ou reutilizados;
  • As arandelas e postes de ferro serão reformados e instalados na área de convivência do condomínio, tentando, mais uma vez, resgatar um pouco da história do local;
  • Louças, como pias e vasos sanitários, serão reutilizados para compor os banheiros da obra, e ao final dela serão doados;
  • Misturadores, válvulas, registros, tanque de roupa e pia da cozinha também foram retirados e doados para obras próximas ao empreendimento;
  • O madeiramento do telhado será reutilizado para fazer o telhado da área de convivência do condomínio;
  • As colunas da varanda farão parte da composição da área da piscina, dando suporte ao deck e remetendo, também, ao visual e história local.

     

Por fim, o que sobrar da alvenaria será triturado e utilizado como base para a pavimentação da rua do condomínio. Dessa forma, serão descartados apenas os disjuntores e interruptores antigos, as calhas furadas e enferrujadas, e o armário da cozinha que se encontra muito deteriorado. Ou seja, quase 100% do material existente na residência será reutilizado ou reciclado.

Texto de Thais Firmino Cerveira Haroldo Mota.

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