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A importância do Projeto Integrado na arquitetura sustentável

A arquitetura sustentável visa minimizar os impactos ambientais negativos dos edifícios ao longo de todo o seu ciclo de vida, considerando os graves problemas gerados pelas mudanças climáticas e pelas atividades humanas, o que exige que arquitetos e engenheiros se adequem na forma de projetar, buscando uma edificação ecologicamente versátil e adaptável para diferentes situações.
Com o projeto integrado, todos aqueles que participam do projeto, incluindo o proprietário, arquiteto, engenheiros, consultores e construtores, trabalham em conjunto como uma equipe desde os estágios iniciais. É importante que cada profissional entenda as responsabilidades da equipe e tenha suas atribuições definidas.
O processo como um todo eleva o valor do projeto através de uma inteligência compartilhada e coletiva, cujo intuito é reduzir o desperdício e aumentar a eficiência durante todas as fases do projeto e da construção.
Alguns pontos podem ser colocados como exemplo veja os resultados de simulações energéticas, pode orientar de forma mais assertiva a implantação da construção no terreno, tamanho ideal para vãos de portas e janelas por exemplo.
Os parâmetros resultantes da análise do ciclo de vida do empreendimento mostram quais materiais serão mais eficientes ao longo de sua vida útil. Essas informações nos orientam e, em alguns casos, nos levam a fazer alterações no projeto, trocando materiais sugeridos inicialmente por outros que, devido às análises, se mostraram mais eficazes.
Além disso, há casos em que materiais que não estavam disponíveis no mercado no início do projeto passaram a ser comercializados. Com os estudos realizados, podemos incluir esses novos materiais no projeto. Ou seja, as mudanças de mercado e a variedade de opções muitas vezes resultam em alterações ao longo do processo, que não foram previstas pela equipe de projeto inicialmente, mas que são totalmente viáveis para garantir a sustentabilidade do projeto.
Diferente do projeto convencional, o projeto integrado exige um equilíbrio e também uma lista de prioridades a fim de obter uma edificação sustentável. Esse processo funciona sempre que a comunicação entre os membros da equipe é bem feita e quando cada um tem um profundo entendimento dos desafios e das responsabilidades enfrentados pelos seus colegas. O processo integrado é uma troca de experiências e soluções em conjunto.

Elizabete Santos
Arquiteta- CAU A38955-2
Profissional Acreditado GBC Casa e Condomínio

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AMBIENTES CONFORTÁVEIS E ECOLOGICAMENTE RESPONSÁVEIS

O conforto térmico em residências é um aspecto crucial da arquitetura sustentável, que busca não apenas minimizar o impacto ambiental, mas também proporcionar ambientes internos saudáveis e confortáveis para os habitantes. O estudo da incidência solar e dos ventos predominantes são dois fatores ambientais significativos que, quando considerados adequadamente na fase de projeto, podem melhorar substancialmente o conforto térmico e reduzir a necessidade de climatização artificial. 

No contexto da Arquitetura, entender a trajetória solar e sua incidência sobre determinada área permite aos arquitetos projetar estratégias eficazes de sombreamento, como beirais, brises-soleil e vegetação estrategicamente posicionada, que podem bloquear o sol intenso do verão e permitir a entrada de luz solar no inverno, contribuindo para a regulação natural da temperatura interna das residências. 

Já o conhecimento de ventos predominantes, isto é, o estudo do padrão de seu comportamento como frequência e direção, é essencial para a elaboração de estratégias de ventilação natural das residências. Através da orientação correta das aberturas, como janelas e venezianas, e da criação de efeitos de chaminé ou corredores de vento, é possível promover a circulação do ar fresco e a dissipação do calor, melhorando o conforto térmico sem recorrer a sistemas de ar condicionado. 

A integração desses elementos naturais no projeto arquitetônico não só proporciona conforto aos usuários, mas também reduz o consumo de energia, uma vez que diminui a dependência de sistemas mecânicos de climatização. Isso é particularmente importante em um contexto de mudanças climáticas e escassez de recursos, onde a sustentabilidade se torna cada vez mais uma necessidade do que uma escolha.

Descubra a harmonia perfeita entre conforto e natureza no Eco Residencial Vita Nature. Aqui nós projetamos aliando conhecimento técnico e sensibilidade ecológica. 
Vita Nature: Melhor por natureza.

Autora: Beatriz Yumi, Formanda em Arquitetura e Urbanismo – UFJF

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ENERGIA FOTOVOLTAICA

Não podemos falar de sustentabilidade sem falar de energia renovável.

”Energia renovável é aquela que se utiliza de fontes naturais para sua geração, sem poluir o meio ambiente.” – GBC Brasil

Uma das fontes de energia renovável mais acessível e viável, levando em consideração as condições naturais brasileiras, é a energia fotovoltaica ou solar. Optar pela fonte solar fotovoltaica significa diversificar a matriz elétrica brasileira, reduzir a pressão sobre os recursos hídricos, aliviar a conta de luz, garantir a competitividade ao país e ainda ser mais sustentável para a sociedade e para o planeta.

Investir nesse tipo de energia é fundamental para o desenvolvimento social, econômico e ambiental do Brasil tendo em vista que nesse mercado foram criados mais de 450 mil empregos desde 2012, além de ter evitado a emissão de 20,8 milhões de toneladas de CO2 na geração de eletricidade.

Segundo a ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), o Brasil acabou de atingir um marco histórico superando os 16 gigawatts de potência instalada. Além disso, em janeiro desse ano entrou em vigor a Lei nº 14.300/2022 que criou o marco legal da geração distribuída, fator que deve promover os investimentos nesse mercado. Essa legislação traz segurança jurídica para o produtor da própria energia e oferece condições mais vantajosas para quem aderir a esse modelo até janeiro de 2023.

A geração centralizada de energia solar (usinas de grande porte) gera eletricidade a preços até 10 VEZES MENORES do que as termelétricas fósseis emergenciais ou a energia elétrica importada de países vizinhos. Esses dois fatores ocasionam o aumento tarifário e quem é o consumidor.

Já a geração distribuída, aquela feita pelos consumidores em suas próprias casas, é capaz de reduzir em até 90% os gastos com energia elétrica, fazendo com que o investimento seja recuperado em aproximadamente 5 anos.

Atualmente ocupamos a 13ª posição no ranking mundial de energia solar, mas as autoridades desse setor acreditam que o Brasil tem tudo para alcançar a liderança global num curto período.

A construção civil é responsável por 50% do consumo de energia elétrica no Brasil. Na contramão do mercado tradicional, a NSA incorporações atrelou seu crescimento à sustentabilidade.
É por isso que em todos os seus empreendimentos serão aplicadas soluções ecotecnológicas que promovam a geração de energia renovável e a conscientização sobre esse assunto.